- Primeira via é gratuita
- Substitui gradualmente o RG antigo até 2032
- Emissão feita pelos órgãos estaduais (como institutos de identificação)
Como emitir o novo documento
O processo é simples, mas exige atenção:
- Agendar atendimento no órgão responsável do seu estado
- Comparecer presencialmente
- Levar:
- Certidão de nascimento ou casamento
- Documentos complementares (se necessário)
- Fazer coleta de dados e biometria
Como consultar e acessar a versão digital
Após emitir a CIN, o cidadão pode:
- Baixar o aplicativo Gov.br
- Fazer login com CPF
- Acessar a versão digital do documento
Isso facilita o uso no dia a dia e evita a necessidade de carregar o documento físico.
O que pode dar errado
Alguns erros comuns podem causar problemas:
- Acreditar em dicas virais sem confirmação oficial
- Danificar o documento com práticas inadequadas
- Não atualizar o cadastro no Gov.br
- Perder prazos de atualização no futuro
O que não é verdade (atenção às fake news)
Não é verdade que:
- O RG pode ser clonado por aproximação
- O papel alumínio protege dados do documento
- Existe leitura remota de informações do RG
Essas informações não têm base técnica e foram desmentidas pelo governo.
Por que isso é importante agora
Com o aumento de golpes digitais, cresce também a circulação de informações falsas.
Seguir orientações oficiais evita:
- Gastos desnecessários
- Preocupações indevidas
- Riscos reais por falta de informação correta
Bloco de confiança (informação oficial)
As orientações são baseadas em informações do:
- Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos
- Plataforma Gov.br
Além disso, a implementação da nova identidade segue o Decreto nº 10.977/2022, válido em todo o país.
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