Durante muitos anos, pessoas diagnosticadas com fibromialgia enfrentaram um obstáculo que ia além da própria dor: a dificuldade de ter sua condição reconhecida pelo Estado. Apesar dos sintomas intensos e persistentes, a ausência de sinais visíveis fazia com que a doença fosse frequentemente ignorada em análises administrativas e perícias médicas. Em 2026, esse cenário começa a mudar de forma concreta.
