O governo federal vive um impasse contábil e jurídico que pode impactar diretamente as contas públicas e milhões de brasileiros: a definição sobre como serão feitos os pagamentos das devoluções de valores descontados indevidamente dos benefícios do INSS entre 2019 e 2024. O caso está sob análise do Supremo Tribunal Federal (STF), que deve decidir se essas restituições devem ser incluídas no orçamento anual ou realizadas por meio de crédito extraordinário.
