Por trás do uso cada vez mais comum de medicamentos para disfunção erétil, como a tadalafila e a sildenafila, existe uma preocupação crescente da comunidade médica: os perigos do consumo sem acompanhamento profissional. Apesar de eficazes no tratamento de condições específicas, esses fármacos podem desencadear efeitos colaterais graves e agravar quadros clínicos preexistentes quando usados de forma inadequada — prática que tem crescido entre jovens e adultos em busca de melhor desempenho sexual.
